verborreia, que não tem mais acento aka
música de sexta aka
a sexta música
eu sei que isso já virou so last week, mas eu mal sabia da existência deles antes e continuo sabendo nada. aí me aparece esse vocalista feiosinho, com uma boca mole e cantando essa música gostosa que tinha entrado na minha cabeça em algum momento que eu não tinha registrado. e dá uma vontade tão grande de vento no cabelo. mas não é aquele meu vento no cabelo inicial de 4 non blondes. nem aquele vento no cabelo de estar vestido de prateado com a maior cauda do mundo, dublando ópera em cima de um ônibus no deserto quando você divide um tour bus com o guy pearce drag queen. nem o vento nos cabelos da nina persson dirigindo louca de bota de cobra. nem o vento nos cabelos do conversível de thelma & louise ou de alicia silverstone & liv tyler. é um vento nos cabelos da hora que você tá ali, num deserto americano, claro, e se dá conta dele. dele que pra mim é só o vento, que pra você pode ser o tal do deus e que pra uma outra pessoa pode ser qualquer outro sinal, que as pessoas funcionam à base de sinais. se ele atravessar a rua, é sinal de que eu preciso fumar só um cigarro, o que também não significa que voltei a fumar. o vento gostoso de quando você ainda não queimou o braço irremediavelmente e a viagem ainda não começou a dar errado e você tá ali, sendo livre no deserto americano, usando uma camisa de manga curta, estampada e aberta, com uma regata branca por baixo. porque regata branca pra americano é igual filtro de café, que vem em quantidades e é quase descartável. e aí começa a tocar. você dirigindo com uma mão só, a outra brincando com o vento, lutando contra ele nuns movimentos fora do carro, fazendo umas ondas. porque música de vento nos cabelos é assim, ela começa, não tem muita escolha. pode ser o maior hit do rádio, mas tem que começar sozinho. também vale pegar no meio do caminho, mas a escolha acaba com a espontaneidade. então, se você acontecer de ser meu carona e começar a tocar essa música, fique sabendo: é tudo forjado.
ah, a segunda música me interessa quase nada, desconsidere.
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
que vantagem maria leva? aka
fumando e mentindo e seguindo a canção
não sei por que insisto nessa bobeira, mas eu minto pra médicos. a ideia ali é justamente conferir sua saúde e eu continuo mentindo sobre a minha. não que eu tenha dores ou outras coisas ocultas, mas se eu pago meu cigarro, fumo (quase) todos eles e gosto apesar dele ter se transformado no novo diabo, eu tenho mais é que assumir.
e o dotô tava lá, falando que ia fazer igual o michael douglas em "um dia de fúria". você assistiu "um dia de fúria"? então, vou sair atirando pra todo lado, mas sabendo em quem. porque se você soubesse a putaria, o tanto de injustiça que acontece nos hospitais de são paulo, você não entraria em 70% deles. e olha que eu tenho vinte e cinco anos de pneumologia. aaah!, ainda bem que voltou essa moda da calça xadrez, porque eu adoro calça xadrez, já comprei umas três - e precisa da moda pra usar, dotô? - é, não precisa. você pratica esporte? - é, tô tentando voltar a nadar, mas agora tô esperando melhorar um pouco o tempo, que a piscina é aberta - ah, mas eu comprei aquelas roupas de neoprene de surfista, é uma maravilha. comprei só a parte de cima porque nas pernas não tenho frio. e é uma beleza, rapaz. você fuma?
eu, na maior caralavada, solto que já fumei, por dois anos. só se forem anos de gato. por que, daniel, por quê? eu sei que sete é uma quantidade de anos que pode te assustar, mas já que fumou e continua fumando, encara.
ele vai fazer o quê além de mudar trinta vezes de assunto sem nenhuma conexão? tem que acreditar, ué. e eu agora ainda tenho dois cupons, um pra cada ano que eu fumei, que me colocam na disputa do sorteio de uma minimoto que a farmácia teve a brilhante ideia de sortear. mais essa pra lidar.
fumando e mentindo e seguindo a canção
não sei por que insisto nessa bobeira, mas eu minto pra médicos. a ideia ali é justamente conferir sua saúde e eu continuo mentindo sobre a minha. não que eu tenha dores ou outras coisas ocultas, mas se eu pago meu cigarro, fumo (quase) todos eles e gosto apesar dele ter se transformado no novo diabo, eu tenho mais é que assumir.
e o dotô tava lá, falando que ia fazer igual o michael douglas em "um dia de fúria". você assistiu "um dia de fúria"? então, vou sair atirando pra todo lado, mas sabendo em quem. porque se você soubesse a putaria, o tanto de injustiça que acontece nos hospitais de são paulo, você não entraria em 70% deles. e olha que eu tenho vinte e cinco anos de pneumologia. aaah!, ainda bem que voltou essa moda da calça xadrez, porque eu adoro calça xadrez, já comprei umas três - e precisa da moda pra usar, dotô? - é, não precisa. você pratica esporte? - é, tô tentando voltar a nadar, mas agora tô esperando melhorar um pouco o tempo, que a piscina é aberta - ah, mas eu comprei aquelas roupas de neoprene de surfista, é uma maravilha. comprei só a parte de cima porque nas pernas não tenho frio. e é uma beleza, rapaz. você fuma?
eu, na maior caralavada, solto que já fumei, por dois anos. só se forem anos de gato. por que, daniel, por quê? eu sei que sete é uma quantidade de anos que pode te assustar, mas já que fumou e continua fumando, encara.
ele vai fazer o quê além de mudar trinta vezes de assunto sem nenhuma conexão? tem que acreditar, ué. e eu agora ainda tenho dois cupons, um pra cada ano que eu fumei, que me colocam na disputa do sorteio de uma minimoto que a farmácia teve a brilhante ideia de sortear. mais essa pra lidar.
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