a primeira do horário de verão aka
senão seremos mais uma carcaça em desgraça por aí
uma música sempre às sextas é um bom hábito. pra tomar cerveja e sol, com a nara e o tremendão, direto do show da vida e apresentados pelo dênis carvalho.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
lycraman aka
sereio
apareceu por aí o lycraman, um cara esclarecido que quis contar ao mundo a paixão que sente por usar lycra. até aí, ok, o site é tosco, mas é a vontade dele.
mas dando uns cliques aqui e ali, chega-se à galeria dos visitantes que também adoram um lycra bem colorido. não é um link muito profissional, por assim dizer. e lá tem uma foto do seguinte camarada:
nessa mesma galeria dá pra ver que o merman acima tem pelo menos quatro roupas diferentes de sereio, afinal, não é porque você virou uma criatura mitológica que você não precisa ter vaidade ou um guarda-roupas decente, certo?
sereio
apareceu por aí o lycraman, um cara esclarecido que quis contar ao mundo a paixão que sente por usar lycra. até aí, ok, o site é tosco, mas é a vontade dele.
mas dando uns cliques aqui e ali, chega-se à galeria dos visitantes que também adoram um lycra bem colorido. não é um link muito profissional, por assim dizer. e lá tem uma foto do seguinte camarada:
nessa mesma galeria dá pra ver que o merman acima tem pelo menos quatro roupas diferentes de sereio, afinal, não é porque você virou uma criatura mitológica que você não precisa ter vaidade ou um guarda-roupas decente, certo?
terça-feira, 20 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
ler, escrever, gostar aka
descascando o pepino letrado
eu nunca soube, por exemplo, que você tinha morado na bahia. e isso não tem nada a ver com você mesmo, aquela imagem da camiseta do olodum cortada nas mangas, na gola e em qualquer outra extremidade. tererê no cabelo então, pfff. mas enfim, quero aproveitar o gancho das letras e da revisão e coisa e tal.
letras é bonitinho na teoria, tem até um certo pequeno hype de pessoas desinteressadas que não precisam de uma faculdade pra nenhum fim prático, mas aproveitam a pecha praticamente inútil de poder citar ou achar que são verdadeiros connaisseurs da "literatura inglesa", da "literatura brasileira", yadda yadda yadda.
o problema é que por maior que seja o seu amor pela leitura, a partir do momento que você estuda, a fruição desinteressada vai embora. tudo passa a ser sistematizado, relacionado, explicado demais... o amor passa a ser crítico. e se você não tem essa pegada, meu amigo, cabô.
as leituras até então desprezadas você aprende a valorizar, mas praticamente não tem com quem dividir isso e vive eternamente preso no século xix. a escrita, então, nem se fala. vira uma tarefa hercúlea, incansável e jamais satisfatória.
e você acaba na busca eterna de um diploma sem lembranças, já que as pessoas acham legal, mas não te empregam em nada que não seja relacionado a professorinha, secretariazinha, revisãozinha. bobagenzinhas que dão no saco de qualquer ser humano.
no fim, você vira um repositório de dúvidas da língua materna de todo mundo, sobre assuntos que você não aprende na faculdade e que todo mundo deveria ter aprendido nos tantos anos de ensino obrigatório.
descascando o pepino letrado
eu nunca soube, por exemplo, que você tinha morado na bahia. e isso não tem nada a ver com você mesmo, aquela imagem da camiseta do olodum cortada nas mangas, na gola e em qualquer outra extremidade. tererê no cabelo então, pfff. mas enfim, quero aproveitar o gancho das letras e da revisão e coisa e tal.
letras é bonitinho na teoria, tem até um certo pequeno hype de pessoas desinteressadas que não precisam de uma faculdade pra nenhum fim prático, mas aproveitam a pecha praticamente inútil de poder citar ou achar que são verdadeiros connaisseurs da "literatura inglesa", da "literatura brasileira", yadda yadda yadda.
o problema é que por maior que seja o seu amor pela leitura, a partir do momento que você estuda, a fruição desinteressada vai embora. tudo passa a ser sistematizado, relacionado, explicado demais... o amor passa a ser crítico. e se você não tem essa pegada, meu amigo, cabô.
as leituras até então desprezadas você aprende a valorizar, mas praticamente não tem com quem dividir isso e vive eternamente preso no século xix. a escrita, então, nem se fala. vira uma tarefa hercúlea, incansável e jamais satisfatória.
e você acaba na busca eterna de um diploma sem lembranças, já que as pessoas acham legal, mas não te empregam em nada que não seja relacionado a professorinha, secretariazinha, revisãozinha. bobagenzinhas que dão no saco de qualquer ser humano.
no fim, você vira um repositório de dúvidas da língua materna de todo mundo, sobre assuntos que você não aprende na faculdade e que todo mundo deveria ter aprendido nos tantos anos de ensino obrigatório.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
matando a curiosidade aka
só me resta dançar um tanto argentino
eu realmente me empenho a descobrir se as pessoas fumam. as famosas, claro. não sei se pra aliviar a culpa, pra descobrir as cinco ligações que me levam ao paulo ricardo ou por pura falta do que fazer. e seguindo essa mesma lógica, apareceu esse vídeo "formidável". acho que essa é a palavra certa, apesar de soar bem esquisito. é uma caligrafia bonita numa lousa, que conta de qual escritor é a voz que ouvimos no momento. eu sei que é no vimeo, que pode demorar pra carregar e que é comprido. mas acha um tempinho aí e assiste:
e essa caligrafia bonita me lembrou a divulgação que a miranda july fez do "no one belongs here more than you" escrevendo no fogão e tirando fotos. qual não foi minha surpresa ao achar o link com mais escritos no fogão, datados do ano passado. corre lá se nunca tiver visto:
só me resta dançar um tanto argentino
eu realmente me empenho a descobrir se as pessoas fumam. as famosas, claro. não sei se pra aliviar a culpa, pra descobrir as cinco ligações que me levam ao paulo ricardo ou por pura falta do que fazer. e seguindo essa mesma lógica, apareceu esse vídeo "formidável". acho que essa é a palavra certa, apesar de soar bem esquisito. é uma caligrafia bonita numa lousa, que conta de qual escritor é a voz que ouvimos no momento. eu sei que é no vimeo, que pode demorar pra carregar e que é comprido. mas acha um tempinho aí e assiste:
Vozes from Marcelo Noah on Vimeo.
e essa caligrafia bonita me lembrou a divulgação que a miranda july fez do "no one belongs here more than you" escrevendo no fogão e tirando fotos. qual não foi minha surpresa ao achar o link com mais escritos no fogão, datados do ano passado. corre lá se nunca tiver visto:
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além de uma festa, paris também é um clichê aka
memória involuntária
sabe, nêga, eu tava aqui vendo os vídeos do dia pra fazer meu trabalho que as pessoas consideram supermoderno (mas que às vezes me dá no saco) e acabei caindo no vídeo de um patinador. viado, evidentemente, como convém aos patinadores.
aliás, tanto e tão o era que ele escolheu dançar ao som de jason mraz, i'm yours. aquela música que você colocava no seu mp3 pobrinho e que eu nem sou muito fã, porque me parece coisa de surfista em potencial que vai pra maresias e tem aquela tara idiota por comida japonesa -- sem falar no sotaque paulistano afetado e toda a mediocridade.
mas memória a gente não escolhe, certo? de repente eu tava ali, naquele parque que foge do circuito de jardins embonecados geometricamente à francesa, depois de tomar um vinho branco num café na calçada e puto da vida com a falta de liberdade de algo que a gente tinha ganhado e que deveria ser prêmio, não um monte de obrigações altamente dispensáveis.
e aí deu uma saudade boba gostosa todavida...
memória involuntária
sabe, nêga, eu tava aqui vendo os vídeos do dia pra fazer meu trabalho que as pessoas consideram supermoderno (mas que às vezes me dá no saco) e acabei caindo no vídeo de um patinador. viado, evidentemente, como convém aos patinadores.
aliás, tanto e tão o era que ele escolheu dançar ao som de jason mraz, i'm yours. aquela música que você colocava no seu mp3 pobrinho e que eu nem sou muito fã, porque me parece coisa de surfista em potencial que vai pra maresias e tem aquela tara idiota por comida japonesa -- sem falar no sotaque paulistano afetado e toda a mediocridade.
mas memória a gente não escolhe, certo? de repente eu tava ali, naquele parque que foge do circuito de jardins embonecados geometricamente à francesa, depois de tomar um vinho branco num café na calçada e puto da vida com a falta de liberdade de algo que a gente tinha ganhado e que deveria ser prêmio, não um monte de obrigações altamente dispensáveis.
e aí deu uma saudade boba gostosa todavida...
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